Segunda-feira, 30 de Abril de 2007

Fragmentos do Estoril Open de 2006...



Marat Safin. Um dos mais talentosos e imprevisíveis jogadores de ténis que já alguma vez tive o privilégio de ver jogar. Alto, apolínio, qual deus grego, olha sobranceiro os seus adversários do alto dos seus dois metros e esmaga-os com um jogo todo ele feito de força e criatividade. Mas, à semelhança de todos os génios, também tem o seu calcanhar de Aquiles. Por vezes alheia-se do jogo, frustado com a qualidade do seu desempenho. Em court fica apenas a figura imponente, enquanto que o espírito paira já algures. Vitória ou derrota deixam de ser importantes e é nestas alturas que se torna presa fácil de jogadores que, em condições normais, estariam facilmente ao seu alcance.

Foi o que aconteceu ontem. Safin despediu-se precocemente do torneio, caindo às mãos de um “cyborg” do ténis, seu compatriota, Nikolai Davidenko. Davidenko não tem o talento de Safin mas possui uma persistência fora do comum, nunca se dando por vencido, e tem um ténis consistente, e, por isso, tremendamente eficaz. Safin acabou por soçobrar ao fim de três longos sets. A arte foi vencida pela previsibilidade geométrica. E bem, dizemos nós…
publicado por professornocyberspace às 23:35
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